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       RÚSSIA    

 

      Informações Gerais    

 A Rússia é uma nação transcontinental cujo território ocupa uma vasta área da Ásia e da Europa. É o maior país do mundo por extensão, com uma superfície de 17.075.400 Km2, possuindo mais da oitava parte das terras firmes do planeta. Esta república semipresidencialista, formada por 83 subdivisões, tem as maiores reservas de recursos minerais e energéticos do mundo apesar de não exportar, é considerada a maior superpotência energética.

     Posição  Geográfica    

 A Rússia faz fronteira com 14 países; Noruega (167 km), a Finlândia (1313 km),  Estônia,  Letônia (294 km), Bielorrússia (959 km),  Lituânia (227 km através do enclave de Kaliningrado), a Polônia (206 km),  Ucrânia (1576 km),  Geórgia (723 km),  Azerbaijão (284 km),  Cazaquistão (6846 km),  China (3645 km),  Mongólia (3441 km) e  Coreia do Norte (19 km) totalizando 19533 (em 37.653) Km de fronteiras terrestes.

O país também está próximo dos Estados Unidos da América (estado do Alasca), Suécia e Japão, dos quais se separam por trechos de mar relativamente curtos (o estreito de Bering, o mar Báltico e o estreito de La Pérouse, respectivamente).

O relevo é variado dominam planícies e vales em 3/4 do território. As planícies do Leste-Europeu e da Oeste-Siberiana, divididas pelos montes Urais, são as maiores do planeta. O ponto mais elevado é o monte Elbrus, com uma altitude de 5633 m, que é também o ponto mais alto da Europa.

     População   

 É o 9º país por população a ter 142.000.000 habitantes, mas possui uma baixa densidade populacional. Como referido na parte da História da Rússia, as sucessivas conquistas de Ivan I fizeram da Rússia um dos países com maior diversidade racial e étnica de mundo. Segundo o censo de 2002, a etnicidade da população russa apresentava-se da seguinte maneira: russos — 79,8%, tártaros — 3,8%, ucranianos — 2,0%, bashkir — 1,2%, chechenos — 0,9%. Existem muitas outras etnias como lituanos, romenos, bielorrussos. A língua oficial do país é o russo, o idioma mais falado da Eurásia.

      HISTÓRIA  DA  RÚSSIA    

História completa da Rússia

    Império Russo   

O Império Russo, maior império e maior estado nacional de todos os tempos em área (pois em proporção ao mundo conhecido da época, o maior foi o Império Persa) foi fundado no século XIV, com a derrota dos tártaros na batalha do rio Ugra. Sua raiz foi principado de Moscou, que liderou o processo de formação do futuro Estado russo. Expandiu-se até ao Oceano Pacífico entre os séculos XVII e XIX e foi derrubado pelas revoluções de 1917, a segunda das quais culminou no estabelecimento da União das Repúblicas Socialistas Soviéticas.

  Geralmente o termo Império Russo é utilizado para se referir ao período de tempo da história russa que começa com a expansão iniciada por Pedro I (do Báltico ao Pacífico) até o reinado de Nicolau II da Rússia, deposto pela Revolução Russa de 1917. O Estado russo foi oficialmente nomeado Império (em russo: Росси́йская Импе́рия) de 1721 a 1917.

 Moscou é a maior cidade e a capital da Rússia, e foi fundada em 1147 por Yuri Dolgoruki. Tem cerca de 12,2 milhões de habitantes na sua área metropolitana, o que a torna a maior da Europa em termos populacionais. Moscou é, além da capital administrativa do país, a capital financeira, educacional e judicial. É um exemplo de um governo centralizado numa capital. Além do poder político, é a cidade onde reside o "centro" da Igreja Ortodoxa Russa. É mundialmente conhecida pelos seus monumentos, como o Kremlin e a Catedral de São Basílio, pela Universidade Estatal de Moscou.

São Petersburgo é uma das mais belas cidades do mundo, fundada por  Czar Pedro o Grande em 1703, era apenas uma fortaleza que foi chamada depois Sao Apostle Peter. Aquela nova cidade precisou de só 10 anos para tornar-se uma capital fascinante da Rússia ;São Petersburgo. São Petersburgo é a capital norte da Rússia. É a cidade de noites brancas, fenômeno que acontece no verão, onde escurece à 1 da manhã... conhecida também por Veneza do Norte, com seus inúmeros canais e pontes cortando a cidade

    Pedro, o Grande (1682-1725)  

 

Filho do 2º casamento de Aleksey Mikhylovich, Pedro I, tornou-se czar aos 17 anos e iniciou o processo de Ocidentalização da Rússia. Promoveu profundas transformações econômicas, políticas e culturais. Criou o Exército e a Marinha, fundou escolas e reestruturou o governo com ministérios. A capital foi transferida de Moscou à cidade construída São Petersburgo em 1711, e seu luxuoso palácio Peterhof, foi construído nos moldes franceses de Versailles, inspirado em Luis XIV. 

    Dinastia Romanov  

 

As origens da família Romanov remontam ao séc. XIV, época em que seu patriarca, Andrey Kobyl servia na corte aos príncipes de Moscou. Ao longo do tempo, seus descendentes se fortaleceram na corte, tornando-se os principais membros da Duma (conselho real), Houveram muitos casamentos entre eles e os príncipes, até Czar Ivan se casar com Anastasiya Romanova.

Durante o reinado de Ivan, o Terrível, os Romanov firmaramseu poder, como donos de muitas terras, influência na Duma, e confiança do Czar. Após a morte de Ivan IV, assume Fiodor I, que permaneceu pouco tempo no trono e marcou o início do declínio da dinastia Ryurik no poder. Após sua morte, houve disputa entre as famílias mais poderosas do império, até que Mikhail Feodorovich foi eleito e deu início ao comando da dinastia Romanov, estabilizando o país.

O governo dos Romanov durou 3 séculos, e seu início, foi marcado pela ascenção de uma nova cultura,que emergiu da Idade Média e transformou a Rússia em uma grande potência mundial. Sua soberania só foi abalada no séc. XIX quando surgiram os primeiros movimentos revolucionários. A crise desencadeada pela insatisfação popular, culminou com a revolução de 1917, que pôs fim à monarquia russa e instaurou o sistema socialista.

    Território  

A capital do Império Russo foi São Petersburgo, que em 1914 foi rebatizada como Petrogrado. Ao final do século XIX o tamanho do império era de cerca de 22.400.000 km², abrangendo vastas áreas da Europa oriental e do norte e centro da Ásia. Seus limites eram o Oceano Ártico ao norte, o Cáucaso e as fronteiras com a Pérsia e Afeganistão ao sul, o Oceano Pacífico e as fronteiras com a China, Coreia e Japão a leste e a oeste os montes Cárpatos, onde fazia fronteira com a Alemanha e a Áustria-Hungria. O Império Russo ainda chegou a contar com um território na América, o Alasca, o qual foi em 1867 vendido aos Estados Unidos.

Em seu apogeu o Império Russo incluía, além do território russo atual, os estados bálticos (Lituânia, Letônia e Estônia), a Finlândia, Cáucaso, Ucrânia, Bielorrússia, boa parte da Polônia (antigo reino da Polônia), Moldávia (Bessarábia) e quase toda a Ásia Central. Também contava com zonas de influência no Irã, Mongólia e norte da China.

 Em 1914 o Império Russo estava dividido em 81 províncias (guberniyas) e 20 regiões (oblasts). Vassalos e protetorados do Império incluíam os Canatos de Khiva e Bukhara e, depois de 1914, Tuva.

    Na 1ª Guerra Mundial   

Na Primeira Guerra Mundial, o Império Russo se uniu à Triplice Entente, na qual havia os países França e Inglaterra, contra a Tríplice Aliança, formada por Alemanha, Áustria-Hungria e o Império Turco-Otomano. A Rússia tinha interesse em obter um acesso ao Mar Mediterrâneo, e para isso pretendia anexar, sob a justificativa de proteger povos eslavos irmãos, a península balcânica e os estreitos de Bósforo e Dardanelos, então sob domínio do moribundo Império Otomano. Porém a participação russa na 1ª Guerra Mundial foi desastrosa, sofrendo humilhantes derrotas para a Alemanha, abandonando a guerra em 1917 com a assinatura do tratado de Brest-Litovsk.

    População  

De acordo com o censo de 1897 sua população era próxima dos 128.200.000 de habitantes, sendo que a maioria deles (93,4 milhões) vivia na Rússia européia. Como não poderia deixar de ser, havia grande diversidade étnica no Império Russo. Mais de 100 diferentes grupos étnicos viviam ao longo do território russo, sendo que a etnia russa compreendia cerca de 46% da população.

  Organização  política 

 O Império Russo era uma monarquia hereditária liderada por um imperador autocrático (tsar ou czar) da dinastia Romanov. A religião oficial do Estado era o cristianismo ortodoxo, representado pela Igreja Ortodoxa Russa. Os sujeitos do Império foram separados em estratos (classes) conhecidas como "dvoryanstvo" (nobreza) , clero, comerciantes, cossacos e camponeses. Ainda os nativos da Sibéria e Ásia Central foram oficialmente registrados em uma classe chamada "inorodsty" (estrangeiros).

    Revolução Russa  

Um parlamento, a Duma foi estabelecido em 1906, porém a agitação política e social continuou e foi agravada durante a Primeira Guerra Mundial pelas derrotas militares e escassez de alimentos. As revoluções de fevereiro e de outubro (veja Revolução Russa) levou os bolcheviques ao poder em 1917.

 Em 15 de novembro de 1917 os bolcheviques promulgaram a Declaração de Direitos dos Povos da Rússia que se tornou a base legal para a secessão de diversas partes do ex-Império Russo. Muitos daqueles territórios independentes foram posteriormente reincorporados como repúblicas da União Soviética.

    Guerra  Civil  Russa   

 A guerra civil russa foi um conflito armado que eclodiu em abril de 1918 e terminou em 1922. Durante este período, exércitos e milícias de diversos matizes políticos se enfrentaram com o objetivo de implantar seu próprio sistema. As partes em conflito incluíram ex-generais Tzaristas, republicanos liberais (os cadetes), o exército vermelho (bolchevique), milícias anarquistas (o Exército Insurgente Makhnovista) e tropas de ocupação estrangeiras. O Exército Vermelho foi o único vencedor do conflito, após o qual foi criado o Estado Soviético, sob liderança inconteste dos bolcheviques.

Aproveitando-se do verdadeiro caos em que o país se encontrava, as nações aliadas da primeira guerra mundial resolveram intervir a favor dos brancos (Tzaristas e liberais). Tropas inglesas, francesas, americanas e japonesas desembarcaram tanto nas regiões ocidentais (Crimeia e Geórgia) como nas orientais (ocupação de Vladivostok e da Sibéria Oriental). Seus objetivos eram: derrubar o governo bolchevique (que era pela paz com a Alemanha) e instaurar um regime favorável à continuação da Rússia na guerra; mas talvez seu objetivo maior fosse evitar a "contaminação" da Europa Ocidental pelos ideais comunistas - daí a expressão utilizada por Clemenceau, Presidente da França - de "cordon sanitaire".

No terreno econômico, devido a situação de emergência e pelo próprio ímpeto revolucionário, o partido bolchevique instituiu o "comunismo de guerra". O dinheiro e as leis do mercado foram abolidas, sendo substituídos por uma economia dirigida baseada no confisco de cereais produzidos pelos camponeses. Naturalmente estas medidas criaram um desestímulo a plantio, levando-os a produzirem exclusivamente para o sustento de suas famílias. O resultado foi catastrófico. Os centro urbanos ficaram sem alimentos, provocando um êxodo urbano - (Petrogrado e Moscou viram sua população reduzir-se pela metade). A fome de 1921 transformou-se numa das maiores tragédias da Rússia moderna - milhões pereceram.

   Rebeliões de Julho de 1918 

Em 6 de julho de 1918, após o assassinato do embaixador alemão em Moscou, Conde Wilhelm von Mirbach, seguiram-se uma série de levantes e rebeliões por parte dos anarquistas russos contra o recém instaurado governo bolchevique e também o exército branco. Estes levantes tiveram maior projeção até o fim daquele mesmo mês, mas se estenderam até 30 de dezembro de 1922.

Tais acontecimentos, por alguns agrupados em torno do conceito de Revolução de 1918, iniciaram-se durante o Quinto Congresso dos Soviets de Toda Rússia, nos quais os discursos antibolcheviques dos anarquistas e dos socialistas-revolucionários não receberam apoio da maioria dos delegados. Derrotados no congresso, os anarquistas e os socialistas-revolucionários decidiram sabotar o Tratado de Brest-Litovsk arrastando a Rússia Soviética a uma guerra com a Alemanha assassinando o embaixador alemão em Moscou.

   União Soviética  

O colapso do governo tsarista foi seguido da expulsão da classe de proprietários de terras, e da divisão de terras entre famílias camponesas. Camponeses pobres e médios em geral não se beneficiaram da última, até que Lênin anunciou a Nova Política Econômica (NEP), que pôs um fim à requisição de comida por parte do governo adotada durante a guerra civil. Camponeses comerciavam a maioria de seus produtos a preços livres durante os anos da NEP.

Depois da morte do líder revolucionário e fundador da União Soviética, Vladimir Lênin em 1924, Josef Stalin emergiu como líder, inconteste após Leon Trotsky ter sido exilado da União Soviética em 1929.

Sob o comando de Stalin, que substituiu a NEP de Lênin por planos qüinquenais e por coletivização das fazendas, a União das Repúblicas Socialistas Soviéticas, ou União Soviética (estabelecida em 1922) se tornou uma importante potência industrial, porém com a eliminação da oposição política durante os anos 1930 através de expurgos. Stalin atacou a Polónia dia 17 de setembro de 1939. De 1939 até 1941, os russos deportaram 500000 polacos (os funcionários públicos, a nobreza polaca, os padres e os rústicos mais ricos) para a Sibéria. Também mataram 30000 os soldados poloneses em Katyn, Ostaszkowo e Charkow. Em 1941 a Alemanha atacou os territórios soviéticos. Com o fim da Segunda Guerra Mundial, a União Soviética emergiu como uma das duas superpotências mundiais, posição mantida durante quatro décadas através do fortalecimento militar, ajuda técnica e militar a países em desenvolvimento e pesquisa científica, especialmente em tecnologia espacial e de armamentos. Tensões crescentes entre a União Soviética e os EUA, a outra superpotência e ex-aliada sua na guerra contra o eixo Nazi-Fascista, levou à chamada Guerra Fria.

 Em meados da década de 1980, o Secretário-Geral do Partido Comunista, Mikhail Gorbachev promoveu as chamadas glasnost (abertura) e perestroika (reestruturação econômica). Encontros de cúpula EUA-URSS em 1986 e 1987 e um encontro entre o então presidente norte-americano Ronald Reagan e Gorbachev em fins de 1988 promoveram a redução de armamentos de ambos os países na Europa.

   Federação  Russa  

À medida que a influência de Boris Yeltsin ofuscava a de Mikhail Gorbachev no poder na Rússia e a desintegração dos regimes de ideologia socialista no Leste Europeu avançava, após a queda do Muro de Berlim em 1989, desencadeou-se a dissolução pacífica da União Soviética 1991 e a independência da Federação Russa.

Em 1993, a Duma se rebelou contra a liderança de Iéltsin e se recusou a aprovar as normas constitucionais que outorgavam amplos poderes ao executivo. O prédio do parlamento russo acabou bombardeado por tanques, por ordem do presidente.

Em 1995, a República Autônoma da Tchetchênia, rica em petróleo e passagem obrigatória de oleodutos, proclamou a independência. Rebeldes pegaram em armas e começaram a enfrentar autoridades russas utilizando táticas de guerrilha. Yeltsin enviou as forças armadas para combatê-los, mas as guarnições numerosas e os tanques grandes, pesados e lentos não conseguiam penetrar nas montanhas da região, de relevo acidentado. Assim, o conflito causou grande número de baixas entre os soldados russos, o que minou a popularidade do presidente.

Em 1999, Iéltsin nomeou seu primeiro-ministro e herdeiro político Vladimir Putin como vice-presidente. Putin lançou-se candidato à presidência. No dia 31 de dezembro, renunciou de surpresa, fazendo de Putin imediatamente o novo presidente, mesmo antes das eleições. A tática funcionou e Putin recebeu o respaldo posterior nas urnas.

Em 2004, Putin foi reeleito para o cargo e em 2012 novamente.

 

Fonte: http://pt.wikipedia.org/